O governo do Estado apresentou nesta segunda-feira (30) uma proposta para pagamento da Revisão Geral Anual (RGA) aos servidores públicos e, assim, eviatar a greve geral que já estava prevista: 2% em setembro e 3% em janeiro de 2017.
Após a reunião que os representantes dos sindicatos e a equipe da Câmara Fiscal tiveram nesta manhã, os sindicalistas saíram claramente insatisfeitos. “É um retrocesso”, diz Edmundo César Leite, presidente do Sindicato dos Profissionais da Área Instrumental (Sinpaig). Oscarlino Alves, presidente do Sindicato dos Servidores da Saúde e do Meio Ambiente (Sisma) diz que é “indecorosa, longe do aceitável”,
Dos 32 sindicatos que compõem o Fórum Sindical, 28 já haviam indicado greve para o dia 31 de maio e 01 de junho.
O presidente do Sisma já adiantou que a greve está mantida na categoria. “Vamos manter os 30% dos serviços funcionando, 100% da urgência e emergência e os procedimentos eletivos reagendados. Não queremos prejudicar a população”, complementa Oscarlino.
A Câmara Fiscal reuniu-se durante todo o feriado prolongado de Corpus Christi para debater essa proposta. O secretário de Estado de Planejamento, Julio Modesto, afirma que os 5% parcelados é tudo o que o governo pode pagar. “Não vamos ser irresponsáveis e pagar os 11,28% da RGA e atrasar os salários”, reitera.

O número é quase 3% maior que o registrado em 2024.
O Bate-Papo Cooperativo é a primeira etapa do período assemblear de 2026. Essa é uma iniciativa da Cooperativa para estar ainda mais próxima das sugestões de seus associados
Estado preencheu 97% das vagas ofertadas. Ao todo, mais de 1,8 milhão de pessoas se inscreveram no Sistema de Seleção Unificada. O bacharelado em medicina, da Universidade do Estado de Mato Grosso Carlos Alberto Reyes Maldonado (UNEMAT), foi o curso mais concorrido
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